Você é contra a diversidade sexual? Não né!
E estamos a um passo de uma completa destruição. Para que meninos e meninas troquem seus sexos, é preciso erotizá-los. Um menino só pode ser visto como menina, se ele tiver trejeitos femininos. E é isso que estão ensinando a eles. Precisam usar batom, ter cabelos compridos, e se portarem como meninas. E com isto, aquele pequeno garoto que em um passado distante, apenas estaria preocupado em jogar bola, se torna um grande atrativo para a mente doentia de um pedófilo. Erotizar as crianças é prepará-las para a pedofilia.
Até porque, sem que você percebesse, você foi obrigado a aceitar a diversidade sexual e tudo o que virá pela frente. A estratégia é bastante simples e infantil também, mas acima de tudo, eficaz.
É uma ação psicológica.
Num primeiro momento, fomos pressionados a aceitar a homossexualidade como sendo algo normal. Passamos a aceitar que uma pessoa possa desejar e ter sexo com outra, do mesmo sexo. Não é nomal. Normal é o sexo entre homem e mulher. Não é porque que quero, é porque é assim. Homens têm pênis, mulheres têm vaginas. Não existem homens que nasçam com vagina, sem o pênis e nem mulheres que nasçam com pênis, sem uma vagina. Os hormônios são masculinos e femininos. Não existem hormônios gays. É a biologia que diz o que é normal. Não somos nós. E vou demonstrar claramente isto neste texto.
Isto era tratado como preconceito. Onde já se viu não aceitar uma pessoa pelo fato de ela ser homossexual? Então passamos a aceitar para não sermos acusados de arcaicos. Mas era pouco. Eles queriam mais. E sejamos honestos. Muitos aceitaram socialmente a homossexualidade, mas no íntimo achavam rídiculo. E se manifestavam abertamente sobre isso. Para conter tais opiniões, foi criado então o termo homofobia, que é completamente equivocado. Homofobia seria "medo" de homossexual e não é este o caso.
As pessoas que aceitavam a homossexualidade mas ainda entendiam que não era normal, passaram a ser acusadas de homofobia. O problema agora era fazer com que as pessoas aceitassem a homossexualidade e também fossem obrigadas a enxergarem como sendo uma coisa normal. Infelizmente para eles, a criação do termo não foi suficiente para mudar isso. Com ajuda política, a homofobia passou a ser crime. E ai cabe mais uma pegadinha.
Com a desculpa de que gays estavam sendo agredidos por serem gays, criaram o crime de homofobia para evitar a violência, mas, dentro destas leis, criminalizaram também os comentários. Se você disser que não aceita a ideologia homossexual, pode ser processado por homofobia. A homofobia foi criada para impedir que tenhamos nossa própria opinião e não para conter a violência. Vale lembrar que a violência contra qualquer pessoa é crime, independente de ser homo ou hétero. Logo, fica claro que a homofobia foi uma lei para impedir que as pessoas tivessem suas opiniões sobre o assunto.
A sociedade, como sempre, acatou a lei com bons olhos. Quem não quer impedir a violência? Este foi o argumento utilizado. Você é a favor da violência contra gays?? Não!
O problema é que isso ainda era pouco. Eles queriam mais. As opiniões, ainda que criminalizadas, elas existem. Ninguém pode mudar o que eu penso na intimidade. Meu cérebro carrega as minhas idéias e os meus valores. Não será uma lei que me obrigará a mudar. Então o movimento LGBT percebeu que era necessário interferir na educação das crianças, com a desculpa de que no futuro, nem mesmo as opiniões intimas existissem. Eles querem unanimidade!
Para isso foi criada a tal da ideologia de gênero. A idéia é retirar de cada criança a identidade biológica e fazê-la acreditar que o LGBT é o dono da verdade. Passaram a ensinar que crianças nascem sem o sexo, e podem escolhê-los quando bem quiserem. Uma criança pode ser VIADA desde que nasceu. É só escolher qual sexo quer ter. Mais uma vez, diante de um absurdo como este, a alternativa foi recorrer à política. Estão em andamento diversos projetos de leis para que todas as crianças sejam forçadas e obrigadas a ignorarem a biologia e adotarem tal ideologia.
Como antes, eles não querem apenas educar as crianças a aceitarem o homossexualismo. Eles querem transforma-las em homossexuais. A ideologia de gênero é apenas mais uma estratégia mentirosa. O que eles querem é que todos sejam homossexuais.
E estamos a um passo de uma completa destruição. Para que meninos e meninas troquem seus sexos, é preciso erotizá-los. Um menino só pode ser visto como menina, se ele tiver trejeitos femininos. E é isso que estão ensinando a eles. Precisam usar batom, ter cabelos compridos, e se portarem como meninas. E com isto, aquele pequeno garoto que em um passado distante, apenas estaria preocupado em jogar bola, se torna um grande atrativo para a mente doentia de um pedófilo. Erotizar as crianças é prepará-las para a pedofilia.
Acho pouco? Não acabou ainda.
Jean Wyllys e Érika Kokay, ambos deputados de esquerda, criaram um projeto de lei para permitir que as crianças façam cirurgias de troca de sexo, MESMO SEM AUTORIZAÇÃO dos pais. Eles estão se apoderando das crianças para fazer delas o que bem querem. A Procuradora Federal Debora Duprat recentemente disse em um debate que as crianças não pertencem aos seus pais e sim ao Estado.
Concluindo, a exposição Queer, usou dinheiro público, para mais uma vez empurrar as crianças para a pedofilia e a desconstrução total das suas próprias identidades, simplesmente porque o movimento LGBT quer assim. O Estado financiou isso pois é interesse do Estado destruir as crianças em nome de um projeto de poder de esquerda, que está sendo implantando á qualquer custo. Basta ver o que estão fazendo nas revelações da operação Lava Jato.
Ou nos tornamos homofóbicos ou perderemos nossas famílias. É esta a discussão que precisamos ter agora. Ser homofóbico não é odiar gays. Há gays completamente saudáveis, conscientes de suas sexualidades e que não desejam impô-las à ninguem. Mas há os gays como Jean Wyllys, uma pessoa desequilibrada, com sérios problemas emocionais, que estão sedentos para destruir todos os valores de uma família padrão por um único e mesquinho desejo pessoal. É contra Jeans Wyllys e seus seguidores que precisamos estar atentos. A mesma estratégia utilizada e descrita acima, é usado por esta criatura para obter poder. Tudo o que falamos em relação a ele, é acionado o instituto da homofobia para nos calar. Jean Wyllys é uma doença a ser combatida.
Qualquer coisa que Jean Wyllys não consiga, ele alega ser homofobia, dizendo que não conseguiu porque é gay. Este joguinho precisa acabar.
Queer não se trata de educar para a diversidade, como disseram inicialmente. É apenas mais uma ferramenta de destruição utilizada pelos LGBTs para corromper as crianças. Nesta exposição estava previsto a possibilidade de crianças serem vendadas e se tocaram mutuamente. Apoiar a Queer é estar de acordo com políticas nazistas de domínio de uma população. Neste aspecto, Sim, eu sou contra a diversidade sexual. Sim, eu sou homofóbico.
E nem vou falar da zoofilia, que é o próximo passo a nos empurrar.
Ou nos tornamos homofóbicos ou perderemos nossas famílias. É esta a discussão que precisamos ter agora. Ser homofóbico não é odiar gays. Há gays completamente saudáveis, conscientes de suas sexualidades e que não desejam impô-las à ninguem. Mas há os gays como Jean Wyllys, uma pessoa desequilibrada, com sérios problemas emocionais, que estão sedentos para destruir todos os valores de uma família padrão por um único e mesquinho desejo pessoal. É contra Jeans Wyllys e seus seguidores que precisamos estar atentos. A mesma estratégia utilizada e descrita acima, é usado por esta criatura para obter poder. Tudo o que falamos em relação a ele, é acionado o instituto da homofobia para nos calar. Jean Wyllys é uma doença a ser combatida.
Qualquer coisa que Jean Wyllys não consiga, ele alega ser homofobia, dizendo que não conseguiu porque é gay. Este joguinho precisa acabar.
Queer não se trata de educar para a diversidade, como disseram inicialmente. É apenas mais uma ferramenta de destruição utilizada pelos LGBTs para corromper as crianças. Nesta exposição estava previsto a possibilidade de crianças serem vendadas e se tocaram mutuamente. Apoiar a Queer é estar de acordo com políticas nazistas de domínio de uma população. Neste aspecto, Sim, eu sou contra a diversidade sexual. Sim, eu sou homofóbico.
E nem vou falar da zoofilia, que é o próximo passo a nos empurrar.
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