Disforia de gênero. Saiba o que estão fazendo.
Este é um tema que eu não gostaria de escrever, mas diante da guerra implantada pelo LGBT, debrucei-me sobre o assunto e o que conclui é grave. Enquanto uma simples sentença judicial garantido o direito de qualquer homossexual procurar um psicologo, virou motivo de acusações das mais diversas, o manual da Sociedade Brasileira de Pediatria (clique para acessar na íntegra) revela claramente, que homossexualismo é uma doença e é tratada como tal.
Este é um tema que eu não gostaria de escrever, mas diante da guerra implantada pelo LGBT, debrucei-me sobre o assunto e o que conclui é grave. Enquanto uma simples sentença judicial garantido o direito de qualquer homossexual procurar um psicologo, virou motivo de acusações das mais diversas, o manual da Sociedade Brasileira de Pediatria (clique para acessar na íntegra) revela claramente, que homossexualismo é uma doença e é tratada como tal.
O simples fato de expôr tais informações, me torna automaticamente um ser homofobico, segundo os novos padrões de comportamento LGBT. Quem questiona é visto com desprezo pela sociedade. Então decidi mostrar aqui os detalhes deste manual e o que a imprensa não está mostrando.
Tal manual foi desenvolvido pelo Departamento Científico da Adolescência, que de científico tem apenas o nome. Ele é presidido pela pediatra Alda Elizabeth Boehler Iglesias Azevedo. Infelizmente o mundo está sendo dominado por espertos sem caráter, graças à falta de interesse público, em ler os documentos produzidos por estes segmentos. O brasileiro, em especial, guia-se por manchetes e títulos, sem se importar com o conteúdo. Por tal motivo, tais movimentos - claramente políticos ideológicos - estão avançando cada vez mais, como vou demonstrar à seguir.
Ser GAY é doença? Sim, é!
O termo criado para aterrorizar pais inexperientes foi "Disforia de Gênero". Antes disso, a doença era conhecida como "Transtôrno da identidade de gênero". A 10ª Classificação Internacional de Doenças (CID10) categoriza o transexualismo como uma entidade nosológica pertencente aos transtornos de identidade de gênero (codificada como F64, F64.2 quando se trata de crianças ou F64.9 quando se trata de adolescentes). Na 5ª edição do Manual Diagnóstico e Estatístico de Transtornos Mentais (DSM-5), a Associação Americana de Psiquiatria (APA), reconhecendo as controvérsias relacionadas à sexualidade, criou uma categoria própria denominada disforia de gênero.
Portanto é doença prevista na Classificação Internacional de Doenças (CID)
Portanto é doença prevista na Classificação Internacional de Doenças (CID)
O que é Disforia de Gênero? (de acordo com o manual)
A identidade de gênero é uma categoria da identidade social e refere-se à autoidentificação de um indivíduo como mulher ou homem ou a alguma categoria diferente do masculino ou feminino. Pessoas cujas identidades de gênero não correspondem aos sexos biológicos atribuídos ao nascimento são nomeadas como transgêneros ou transexuais. Trata-se de um fenômeno heterogêneo que pode ganhar diferentes coloridos de acordo com a realidade psíquica, social e cultural de cada um.
Em resumo, é uma condição que pode ganhar "diferentes coloridos" (termo científico?) de acordo com a realidade psíquica, social e cultural, e não por uma questão biológica ou científica. Tudo depende do meio em que a criança desenvolve a sua infância.
Em que idade se observa a disforia de gênero?
As crianças entre 6 e 9 meses são capazes de diferenciar, quanto ao gênero, vozes e faces. Aos 12 meses, associam vozes masculinas e femininas a determinados objetos tidos como típicos de cada gênero. Embora mais nítido aos 2 anos, crianças de 17 a 21 meses de vida têm habilidade de se identificar como meninos ou meninas e apresentam brincadeiras relacionadas ao gênero. A identidade de gênero tem início entre 2-3 anos de idade. Entre 6-7 anos, a criança tem consciência de que seu gênero permanecerá o mesmo. (Extraído do manual)
Eu peço um pouco de atenção nestes dados. Estamos falando de crianças de 6 e 9 meses! Reparem a faixa etária que estão utilizando para avaliar a disforia de gênero. Quer dizer que se um bebê masculino mostrar afeto à uma boneca Barbie, é indício de que possa ser GAY? Entre 6-9 meses a criança tem consciência de seu gênero?
Quais são as evidências biológicas da disforia de gênero?
A experiência de gênero resulta de uma interação complexa entre fatores genéticos, hormonais, sociais, psíquicos, cognitivos e relacionais. Alguns estudos de neuroimagem têm demonstrado que adolescentes com disforia de gênero possuem características estruturais e funcionais semelhantes compatíveis com o sexo por eles desejado. No entanto, outros trabalhos não reproduziram esses achados.
Diversos autores (quais?) encontraram evidências, estudando gêmeos monozigóticos e genes envolvidos na gênese de esteroides sexuais e a enzima aromatase, além de questões ligadas aos receptores para andrógenos e estrogênios. Também parece existir (estudo científico concluindo que "parece existir"?) certa correlação entre influência hormonal pré-natal e o neuro-desenvolvimento cortical.
Estamos diante de uma fraude gravíssima, onde um grupo se auto denomina cientista, sem apresentar qualquer dado concreto sobre a tal disforia. Trata-se de um engôdo ideológico que visa ampliar o número de adeptos da homossexualidade e nada mais do que isso, usando crianças em suas experiências nazistas, como fazia Joseph Menguelle na Alemanha de Hitler. É impensável avaliar o comportamento de uma criança numa faixa etária como a proposta. E não precisa ser pediatra para dizer isso.
Depois do diagnóstico e tratamento, como será a vida destas crianças?
É impossível prever quais crianças com não conformidade de gênero irão persistir com esse problema na adolescência e vida adulta. Estudos mostram que a maioria das crianças pré-púberes com não conformidade de gênero voltarão a ficar satisfeitas com seu sexo biológico próximo à adolescência, embora, em algumas, exista uma tendência a orientação homossexual; esta informação de que a maioria das crianças e adolescentes resolverão bem e aceitarão bem o sexo biológico deve ser passada com tranquilidade e a minoria onde esta questão não se resolve deve ser acompanhada com atenção. Esse dado não significa, no entanto, que a identidade de gênero tenha uma relação direta com a orientação sexual do indivíduo. Por outro lado, quando a disforia de gênero se inicia na adolescência, existe uma grande probabilidade dela se manter na vida adulta. Quando a disforia de gênero é suspeitada na idade pré-escolar, estudos longitudinais (quais estudos?) mostram que 85% dessas crianças voltarão a ficar satisfeitas com seu sexo biológico, embora em algumas existisse uma tendência à orientação homossexual. Quando a disforia de gênero surge na adolescência, existe uma grande probabilidade dela se manter na vida adulta. (extraído do manual)
Estamos falando de um tratamento para uma doença que se manifesta a partir dos 6 meses de idade, cujo tratamento não há qualquer certeza sobre sua eficácia. Em outro ponto, o estudo revela o óbvio: Adolescentes com disforia de gênero tem uma grande possibilidade de se manterem gays na vida adulta. Isto porque o adolescente passa a receber influências de outras pessoas com a mesma orientação.
Como é feito o diagnóstico, e quais exames realizados para a disforia de gênero?
É importante o acompanhamento interdisciplinar do pediatra, endocrinologista, psicólogo, psiquiatra, assistente social, cirurgiões e enfermeiros na avaliação e acompanhamento destes pacientes. Outros profissionais como educadores e fonoaudiólogos também têm importante papel. O diagnóstico de disforia de gênero é delicado, devendo ser realizado por uma equipe interdisciplinar. De forma geral, os critérios norteadores baseiam-se no DSM-5, onde se considera um período mínimo de 6 meses de incongruência acentuada, com preenchimento de 6 de 8 critérios para as crianças (Tabela 1) e no mínimo 2 de 6 critérios para os adolescentes (Tabela 2).8
Ao lado podemos ver a Tabela 1, destinada ao diagnóstico de disforia do gênero em crianças, pelo manual da Sociedade Brasileira de Pediatria. Segundo os critérios apresentados para o diagnóstico, minha filha mais nova seria portadora da tal disforia.
Em 2008, minha filha tinha 2 anos e meio de idade, e a levamos para assistir o filme "CARS" da Disney, cujo protagonista era uma carro vermelho e ganhava todas as corridas. Minha filha nos fez comprar o DVD do filme, que ela assistia por diversas vezes, chegando a decorar as falas de todos os personagens.
Neste período ela passou a colecionar miniaturas de carros, de todos os tipos. Seu baú de brinquedos tinha todos os modelos de carro que alguém possa imaginar. Compramos para ela um tapete que representava uma mini cidade, com estradas e ela brincava durante horas em seu mundo imaginário infantil.
Aos 5 anos de idade, ela nem se lembrava mais da coleção que tinha. Trocou seus brinquedos por um kit da Polly Veterinária, composto por bonecas e animais.
Se tivessemos levado à minha filha a um pediatra e existisse a disforia de gênero, ela certamente seria diagnosticada com a doença.
Hoje minha filha é fã de uma boy banda, e seu quarto é forrado por fotos de cada integrante da banda, e possui cadernos e livros repletos de anotações sobre eles. Ou seja, uma adolescente completamente normal, sem qualquer disturbio em sua formação.
Eu não vou reproduzir a Tabela 2, pois trata-se do mesmo. Uma série de comportamentos que estão longe de classificar alguém com disforia de gênero. Tais classificações tem como objetivo justificar a existência de um comportamento normal em toda criança e adolescente. A questão do humor, da revolta, e de todas as outras características, correspondem a natureza de todo adolescente, e nada tem a ver com disforia de gênero.
Registro que "O ÚNICO" diagnóstico realizado é CLÍNICO com base na tabela acima, e nada mais! Qualquer adolescente pode ser facilmente diagnosticado com DISFORIA DE GÊNERO por estes critérios, que estão longe de ser científicos. Estamos falando de charlatões com viés político e ideológico de esquerda, com poderes para destruir a vida de crianças.
E qual seria o tratamento para a disforia de gênero?
Um acompanhamento individualizado e contínuo é indispensável nestes casos e o pediatra tem um papel fundamental de aconselhamento e encaminhamento para o acompanhamento psicológico do adolescente e seus familiares. Deve-se identificar se o indivíduo preenche os critérios diagnósticos, se apresenta interesse em realizar intervenções clínicas ou cirúrgicas para mudança de gênero no futuro, avaliar o suporte social (sobretudo para o paciente e a família), assim como os aspectos relacionados à saúde mental.
Como é que é? Acompanhamento psicológico??? Quer dizer então que uma pessoa com dúvidas sobre a sexualidade pode consultar um psicólogo para ajudar na sua homossexualização, mas não pode consultá-lo para se livrar do homossexualismo??
Os familiares também precisam receber apoio psicológico? Mas isso não é natural? Não é uma doença?
O que mais pode ser aplicado como tratamento?
A terapia hormonal e a cirurgia, que podem vir a ser necessárias em alguns casos, só devem ser orientadas em centros de referência após um período prolongado de acompanhamento psicológico/psiquiátrico e têm indicações precisas devido aos vários problemas sociais e de comportamento enfrentados por estes pacientes. Há alguns relatos de taxas de satisfação de 87% dos pacientes MtF (indivíduos com sexo biológico masculino e identidade de gênero feminina) e 97% os pacientes FtM (indivíduos com sexo biológico feminino e identidade de gênero masculina). A insatisfação pode acontecer, sendo de 1 a 1,5% dos pacientes MtF e menor de1% dos FtM.35 (Extraído do manual)
Reparem o absurdo que estão praticando. Estamos falando de uma doença tratada por pediatras, e o manual revela que a "insatisfação" pode acontecer em pequenas proporções, o que significa dizer que o "amplo acompanhamento" falhou.
Mas como os médicos sabem que não houveram mais falhas, se depois de homossexualizados, estão proíbidos de procurarem ajuda psicológica? Está fechado o mistério! Homossexuais estão proibidos de procurarem ajuda pois evidenciariam o crime que está sendo cometido pelos pediatras brasileiros! Se você proíbe-os de reclamarem, o projeto de homossexualização de crianças, será um sucesso!
Ainda tem mais. E revela diversas ações políticas que estamos sendo submetidos.
A psicoterapia está indicada para que a criança e o(a) adolescente estejam confortáveis com a evolução da sua sexualidade com melhora da ansiedade e para que se desenvolva um autoconceito positivo. A psicoterapia (individual, casal, família ou grupo) deve ter o foco na identidade de gênero, preconceito, apoio social, imagem corporal, promoção da resiliência e suporte para lidar com os sintomas psíquicos associados ao quadro. Sugere-se que ela seja realizada antes e após a cirurgia, mantendo o seguimento até a vida adulta. Um tratamento com orientação psicanalítica tem seu lugar, considerando que se trata de uma questão sobre a existência e o lugar que cada um ocupa ou não um desejo, que vai muito além de promover uma adaptação. Um pediatra que tem essa orientação ética, pautada na singularidade do caso, na construção da relação médico/paciente, pode ser de grande valor para esses pacientes, indicando a atenção psicológica mantida durante a adolescência.
Os adolescentes e suas famílias devem receber suporte na expressão da sua identidade sexual, sequência de mudanças no papel de gênero e transição social. Por exemplo, o indivíduo pode frequentar a escola com transição social parcial (usar roupas e um penteado que reflete a identidade de gênero) ou completa (utilizar também um nome e pronomes congruentes com a identidade de gênero). Outras questões incluem: o momento para informar aos outros a identidade real e a postura perante à reação alheia, modificações do corpo, pois, para alguns, a cirurgia pode ser essencial.
Chegamos finalmente à política. Estamos sendo bombardeados para a implementação da ideologia de gênero nas escolas brasileiras, pois é fundamental que a sociedade acolha estas aberrações praticadas pela medicina ideologicamente nazista. É preciso nos fazer aceitar que um adolescente frequente a escola travestido de mulher, com roupas femininas e trejeitos homossexuais para que o projeto de transformação não seja questionado. Também é nesta linha a tentativa de alguns parlamentares em aprovar a cirurgia de troca de sexo para crianças, mesmo sem o consentimento dos pais. Estamos diante de um quadro gravíssimo, onde a política invade a medicina com finalidades políticas e ideológicas, muito distante do bem estar de pacientes.
Agora vejamos os riscos do nazismo na medicina.
Tratamento hormonal - Este tratamento só pode ser realizado por endocrinologista com experiência na área, em conjunto com a equipe multidisciplinar, pois são muitos os efeitos colaterais significativos e devem ser explicitados claramente aos pacientes e familiares. Idealmente estas intervenções devem ser adiadas até que de fato haja uma opinião consistente da equipe de um centro de referência para que sejam iniciadas. Não cabe ao pediatra orientar este tratamento hormonal. Os critérios para intervenção hormonal compreendem: (1) O(A) adolescente demonstra um padrão duradouro e intenso de não conformidade de gênero ou disforia de gênero (seja velada ou expressa); (2) A disforia de gênero surgiu ou piorou com o início da puberdade; (3) O(A) adolescente tem condições biopsicossociais para manter o tratamento (avaliar riscos associados, apresentados na Tabela 3); (4) O(A) adolescente/ pais ou responsáveis assinaram o consentimento médico informado do tratamento. O pediatra não deve prescrever tais medicamentos.
Quais os males que o uso de hormônios em crianças e adolescentes saudáveis podem provocar?
O uso de hormônios em crianças e adolescentes possue um alto risco e os mentores desta prática sabem disso. Há normas no Brasil para que fisicultores não utilizem hormônios para fortalecer musculos e a própria masculinidade, pois a incidência de câncer entre os usuários é extremamente alta.
A medicina brasileira está permitindo que crianças e adolescentes, com suposto sintoma de homossexualidade, sejam submetidos a tratamentos pesados, que podem causar doenças graves e incuráveis, simplesmente para implantar uma agenda LGBT, apoiada pela imprensa e por partidos políticos. Estamos entregando esta geração à médicos criminosos com poderes para destruir a natureza destas verdadeiras vítimas. Crescem os casos de pessoas que procuram reverter o processo a cada dia. Surgem também os primeiros casos de pessoas que fizeram a cirurgia e não conseguem restabelecer seu sexo biológico, e nada pode ser feito para obter a reparação pois quando foram convencidos de que estavam doentes, aceitaram e autorizaram a transição.
Eu peço um pouco de atenção nestes dados. Estamos falando de crianças de 6 e 9 meses! Reparem a faixa etária que estão utilizando para avaliar a disforia de gênero. Quer dizer que se um bebê masculino mostrar afeto à uma boneca Barbie, é indício de que possa ser GAY? Entre 6-9 meses a criança tem consciência de seu gênero?
Quais são as evidências biológicas da disforia de gênero?
A experiência de gênero resulta de uma interação complexa entre fatores genéticos, hormonais, sociais, psíquicos, cognitivos e relacionais. Alguns estudos de neuroimagem têm demonstrado que adolescentes com disforia de gênero possuem características estruturais e funcionais semelhantes compatíveis com o sexo por eles desejado. No entanto, outros trabalhos não reproduziram esses achados.
Diversos autores (quais?) encontraram evidências, estudando gêmeos monozigóticos e genes envolvidos na gênese de esteroides sexuais e a enzima aromatase, além de questões ligadas aos receptores para andrógenos e estrogênios. Também parece existir (estudo científico concluindo que "parece existir"?) certa correlação entre influência hormonal pré-natal e o neuro-desenvolvimento cortical.
Estamos diante de uma fraude gravíssima, onde um grupo se auto denomina cientista, sem apresentar qualquer dado concreto sobre a tal disforia. Trata-se de um engôdo ideológico que visa ampliar o número de adeptos da homossexualidade e nada mais do que isso, usando crianças em suas experiências nazistas, como fazia Joseph Menguelle na Alemanha de Hitler. É impensável avaliar o comportamento de uma criança numa faixa etária como a proposta. E não precisa ser pediatra para dizer isso.
Depois do diagnóstico e tratamento, como será a vida destas crianças?
É impossível prever quais crianças com não conformidade de gênero irão persistir com esse problema na adolescência e vida adulta. Estudos mostram que a maioria das crianças pré-púberes com não conformidade de gênero voltarão a ficar satisfeitas com seu sexo biológico próximo à adolescência, embora, em algumas, exista uma tendência a orientação homossexual; esta informação de que a maioria das crianças e adolescentes resolverão bem e aceitarão bem o sexo biológico deve ser passada com tranquilidade e a minoria onde esta questão não se resolve deve ser acompanhada com atenção. Esse dado não significa, no entanto, que a identidade de gênero tenha uma relação direta com a orientação sexual do indivíduo. Por outro lado, quando a disforia de gênero se inicia na adolescência, existe uma grande probabilidade dela se manter na vida adulta. Quando a disforia de gênero é suspeitada na idade pré-escolar, estudos longitudinais (quais estudos?) mostram que 85% dessas crianças voltarão a ficar satisfeitas com seu sexo biológico, embora em algumas existisse uma tendência à orientação homossexual. Quando a disforia de gênero surge na adolescência, existe uma grande probabilidade dela se manter na vida adulta. (extraído do manual)
Estamos falando de um tratamento para uma doença que se manifesta a partir dos 6 meses de idade, cujo tratamento não há qualquer certeza sobre sua eficácia. Em outro ponto, o estudo revela o óbvio: Adolescentes com disforia de gênero tem uma grande possibilidade de se manterem gays na vida adulta. Isto porque o adolescente passa a receber influências de outras pessoas com a mesma orientação.
Como é feito o diagnóstico, e quais exames realizados para a disforia de gênero?
É importante o acompanhamento interdisciplinar do pediatra, endocrinologista, psicólogo, psiquiatra, assistente social, cirurgiões e enfermeiros na avaliação e acompanhamento destes pacientes. Outros profissionais como educadores e fonoaudiólogos também têm importante papel. O diagnóstico de disforia de gênero é delicado, devendo ser realizado por uma equipe interdisciplinar. De forma geral, os critérios norteadores baseiam-se no DSM-5, onde se considera um período mínimo de 6 meses de incongruência acentuada, com preenchimento de 6 de 8 critérios para as crianças (Tabela 1) e no mínimo 2 de 6 critérios para os adolescentes (Tabela 2).8
Ao lado podemos ver a Tabela 1, destinada ao diagnóstico de disforia do gênero em crianças, pelo manual da Sociedade Brasileira de Pediatria. Segundo os critérios apresentados para o diagnóstico, minha filha mais nova seria portadora da tal disforia.
Em 2008, minha filha tinha 2 anos e meio de idade, e a levamos para assistir o filme "CARS" da Disney, cujo protagonista era uma carro vermelho e ganhava todas as corridas. Minha filha nos fez comprar o DVD do filme, que ela assistia por diversas vezes, chegando a decorar as falas de todos os personagens.
Neste período ela passou a colecionar miniaturas de carros, de todos os tipos. Seu baú de brinquedos tinha todos os modelos de carro que alguém possa imaginar. Compramos para ela um tapete que representava uma mini cidade, com estradas e ela brincava durante horas em seu mundo imaginário infantil.
Aos 5 anos de idade, ela nem se lembrava mais da coleção que tinha. Trocou seus brinquedos por um kit da Polly Veterinária, composto por bonecas e animais.
Se tivessemos levado à minha filha a um pediatra e existisse a disforia de gênero, ela certamente seria diagnosticada com a doença.
Hoje minha filha é fã de uma boy banda, e seu quarto é forrado por fotos de cada integrante da banda, e possui cadernos e livros repletos de anotações sobre eles. Ou seja, uma adolescente completamente normal, sem qualquer disturbio em sua formação.
Eu não vou reproduzir a Tabela 2, pois trata-se do mesmo. Uma série de comportamentos que estão longe de classificar alguém com disforia de gênero. Tais classificações tem como objetivo justificar a existência de um comportamento normal em toda criança e adolescente. A questão do humor, da revolta, e de todas as outras características, correspondem a natureza de todo adolescente, e nada tem a ver com disforia de gênero.
Registro que "O ÚNICO" diagnóstico realizado é CLÍNICO com base na tabela acima, e nada mais! Qualquer adolescente pode ser facilmente diagnosticado com DISFORIA DE GÊNERO por estes critérios, que estão longe de ser científicos. Estamos falando de charlatões com viés político e ideológico de esquerda, com poderes para destruir a vida de crianças.
E qual seria o tratamento para a disforia de gênero?
Um acompanhamento individualizado e contínuo é indispensável nestes casos e o pediatra tem um papel fundamental de aconselhamento e encaminhamento para o acompanhamento psicológico do adolescente e seus familiares. Deve-se identificar se o indivíduo preenche os critérios diagnósticos, se apresenta interesse em realizar intervenções clínicas ou cirúrgicas para mudança de gênero no futuro, avaliar o suporte social (sobretudo para o paciente e a família), assim como os aspectos relacionados à saúde mental.
Como é que é? Acompanhamento psicológico??? Quer dizer então que uma pessoa com dúvidas sobre a sexualidade pode consultar um psicólogo para ajudar na sua homossexualização, mas não pode consultá-lo para se livrar do homossexualismo??
Os familiares também precisam receber apoio psicológico? Mas isso não é natural? Não é uma doença?
O que mais pode ser aplicado como tratamento?
A terapia hormonal e a cirurgia, que podem vir a ser necessárias em alguns casos, só devem ser orientadas em centros de referência após um período prolongado de acompanhamento psicológico/psiquiátrico e têm indicações precisas devido aos vários problemas sociais e de comportamento enfrentados por estes pacientes. Há alguns relatos de taxas de satisfação de 87% dos pacientes MtF (indivíduos com sexo biológico masculino e identidade de gênero feminina) e 97% os pacientes FtM (indivíduos com sexo biológico feminino e identidade de gênero masculina). A insatisfação pode acontecer, sendo de 1 a 1,5% dos pacientes MtF e menor de1% dos FtM.35 (Extraído do manual)
Reparem o absurdo que estão praticando. Estamos falando de uma doença tratada por pediatras, e o manual revela que a "insatisfação" pode acontecer em pequenas proporções, o que significa dizer que o "amplo acompanhamento" falhou.
Mas como os médicos sabem que não houveram mais falhas, se depois de homossexualizados, estão proíbidos de procurarem ajuda psicológica? Está fechado o mistério! Homossexuais estão proibidos de procurarem ajuda pois evidenciariam o crime que está sendo cometido pelos pediatras brasileiros! Se você proíbe-os de reclamarem, o projeto de homossexualização de crianças, será um sucesso!
Ainda tem mais. E revela diversas ações políticas que estamos sendo submetidos.
A psicoterapia está indicada para que a criança e o(a) adolescente estejam confortáveis com a evolução da sua sexualidade com melhora da ansiedade e para que se desenvolva um autoconceito positivo. A psicoterapia (individual, casal, família ou grupo) deve ter o foco na identidade de gênero, preconceito, apoio social, imagem corporal, promoção da resiliência e suporte para lidar com os sintomas psíquicos associados ao quadro. Sugere-se que ela seja realizada antes e após a cirurgia, mantendo o seguimento até a vida adulta. Um tratamento com orientação psicanalítica tem seu lugar, considerando que se trata de uma questão sobre a existência e o lugar que cada um ocupa ou não um desejo, que vai muito além de promover uma adaptação. Um pediatra que tem essa orientação ética, pautada na singularidade do caso, na construção da relação médico/paciente, pode ser de grande valor para esses pacientes, indicando a atenção psicológica mantida durante a adolescência.
Os adolescentes e suas famílias devem receber suporte na expressão da sua identidade sexual, sequência de mudanças no papel de gênero e transição social. Por exemplo, o indivíduo pode frequentar a escola com transição social parcial (usar roupas e um penteado que reflete a identidade de gênero) ou completa (utilizar também um nome e pronomes congruentes com a identidade de gênero). Outras questões incluem: o momento para informar aos outros a identidade real e a postura perante à reação alheia, modificações do corpo, pois, para alguns, a cirurgia pode ser essencial.
Chegamos finalmente à política. Estamos sendo bombardeados para a implementação da ideologia de gênero nas escolas brasileiras, pois é fundamental que a sociedade acolha estas aberrações praticadas pela medicina ideologicamente nazista. É preciso nos fazer aceitar que um adolescente frequente a escola travestido de mulher, com roupas femininas e trejeitos homossexuais para que o projeto de transformação não seja questionado. Também é nesta linha a tentativa de alguns parlamentares em aprovar a cirurgia de troca de sexo para crianças, mesmo sem o consentimento dos pais. Estamos diante de um quadro gravíssimo, onde a política invade a medicina com finalidades políticas e ideológicas, muito distante do bem estar de pacientes.
Agora vejamos os riscos do nazismo na medicina.
Tratamento hormonal - Este tratamento só pode ser realizado por endocrinologista com experiência na área, em conjunto com a equipe multidisciplinar, pois são muitos os efeitos colaterais significativos e devem ser explicitados claramente aos pacientes e familiares. Idealmente estas intervenções devem ser adiadas até que de fato haja uma opinião consistente da equipe de um centro de referência para que sejam iniciadas. Não cabe ao pediatra orientar este tratamento hormonal. Os critérios para intervenção hormonal compreendem: (1) O(A) adolescente demonstra um padrão duradouro e intenso de não conformidade de gênero ou disforia de gênero (seja velada ou expressa); (2) A disforia de gênero surgiu ou piorou com o início da puberdade; (3) O(A) adolescente tem condições biopsicossociais para manter o tratamento (avaliar riscos associados, apresentados na Tabela 3); (4) O(A) adolescente/ pais ou responsáveis assinaram o consentimento médico informado do tratamento. O pediatra não deve prescrever tais medicamentos.
Quais os males que o uso de hormônios em crianças e adolescentes saudáveis podem provocar?
![]() |
| Extraído do manual da Sociedade Brasileira de Pediatria. |
A medicina brasileira está permitindo que crianças e adolescentes, com suposto sintoma de homossexualidade, sejam submetidos a tratamentos pesados, que podem causar doenças graves e incuráveis, simplesmente para implantar uma agenda LGBT, apoiada pela imprensa e por partidos políticos. Estamos entregando esta geração à médicos criminosos com poderes para destruir a natureza destas verdadeiras vítimas. Crescem os casos de pessoas que procuram reverter o processo a cada dia. Surgem também os primeiros casos de pessoas que fizeram a cirurgia e não conseguem restabelecer seu sexo biológico, e nada pode ser feito para obter a reparação pois quando foram convencidos de que estavam doentes, aceitaram e autorizaram a transição.
A reportagem sugere no final que tudo é bobagem. Cada um pode ser o que bem quiser. E eu concordo. Mas quando você extirpa um pênis de um corpo e o transforma em vagina, não há como voltar atrás. E o arrependimento e sofrimento por uma decisão errada pode trazer transtornos mentais e até o suicídio.
Não se trata aqui de homofobia. É um fato real que está acontecendo e merece atenção da sociedade. Pais estão sendo convencidos a submeter seus filhos à experiencias nazistas, sem qualquer diagnóstico válido, transformando a vida de crianças e adolescentes de forma irreparável. Eu defendo que cada indivíduo só possa utilizar hormônios e cirurgias após completar a maioridade, momento em que pode avaliar, decidir e assumir as suas responsabilidades.
Atualmente diversas crianças, que no passado eram consideradas normais, estão sendo tratadas com medicamentos pesados para conter a hiperatividade. Estão sendo dopadas diariamente, abobadas e tendo sua evolução prejudicada.
Outro fator importante é como isto está sendo implantado, sem qualquer envolvimento profundo de médicos e cientistas isentos. Nenhuma prática científica tem sido apresentada para comprovar a aplicação deste tratamento. Apenas ideologias baseadas em suposições. Nada impede que num futuro próximo, criem a doença de homofobia e imponham tratamentos psiquiátricos para pessoas que simplesmente não gostam, opinem contra ou se opõem ao homossexualismo. No passado, as pessoas que experimentavam maconha, por exemplo, eram trancadas em manicômios e tinham as suas vidas destruídas. Não estamos longe disso, pois há uma ditadura LGBT, tentando nos empurrar goela abaixo um comportamento que muitos não são obrigados a aceitar. Surgem vozes clamando pela classificação da homofobia como doença, num país em que a pedofilia já é tratada como normal.
O que o pensa a Associação Americana de Pediatria?
A Sociedade Brasileira de Pediatria está tratando o homossexualismo como doença, quando na verdade se trata apenas de um comportamento.
O que o pensa a Associação Americana de Pediatria?


Comments
Post a Comment