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Pediatras estão usando hormônios para homossexualizar crianças

Caros leitores. A medicina brasileira está atuando para transformar crianças normais em homossexuais. Para isso, até a suspensão da puberdade com o uso de hormônios está sendo realizada. Enquanto isso, a comunidade LGBT está indignada com a possíbilidade de um homossexual consultar um psicologo para um simples aconselhamento. Estranhamente a imprensa tem feito muito barulho com a tal da "cura gay", mas está calada em relação ao uso de hormônios para transformar a orienteção sexual de crianças.


Brasília – A Sociedade Brasileira de Pediatria preparou um manual para orientar os médicos da especialidade sobre como atuar nos casos de crianças com disforia de gênero – o descompasso entre o gênero biológico e a identidade.

“Esse é um tema que tem aumentado nos consultórios e muitos profissionais têm dúvidas sobre como lidar com o assunto. Nossa intenção é trazer o máximo de informações”, afirma a presidente da SBP, Luciana Rodrigues da Silva.
Um dos assuntos abordados pelo guia é a possibilidade de que crianças com essas características se submetam em casos específicos à suspensão do processo de puberdade.
A estratégia, realizada em centros de pesquisa habilitados, permite que o adolescente ganhe tempo para avaliar sua identidade sexual, sem as pressões das transformações da puberdade.

A prática vem sendo adotada em três centros de referência do País instalados em São Paulo, Campinas e Rio Grande do Sul. “A puberdade pode ser extremamente sofrida para crianças com disforia”, afirma o coordenador do Ambulatório de Transtorno de Identidade de Gênero e Orientação Sexual do Instituto de Psiquiatria da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (USP), Alexandre Saadeh, um dos consultores para a preparação do guia.

Chefe de ambulatório Alexandre Saadeh que está utilizando hormônios para alterar a sexualidade de crianças

A supressão da puberdade é reversível. Caso, durante o processo, o adolescente decida que deseja permanecer com sexo biológico, determina-se a suspensão do uso dos hormônios. No ambulatório da Medicina da USP atualmente cinco crianças realizam o bloqueio.

Há ainda outras quatro que poderão iniciar o processo, quando a puberdade estiver mais próxima. A supressão da puberdade somente é indicada para casos em que o diagnóstico da disforia está feito ou prestes a ser concluído.

Luciana observa que a estratégia é usada em casos específicos e não é essa a atribuição do pediatra. “Fizemos um guia de atualização, onde vários tópicos são abordados, como o que é a transexualidade, como identificar a disforia e quais estratégias estão disponíveis.”

A presidente da sociedade afirma que não raramente o pediatra é o primeiro profissional de saúde a ser procurado para conversar sobre sexualidade e, em alguns casos, sobre variação de gênero das crianças e adolescentes.

A orientação correta é fundamental”, assegura Saadeh. Tanto ele quanto Luciana afirmam ter aumentado o número de pais que chegam ao consultório com dúvidas sobre a identidade sexual dos filhos, por causa da maior liberdade para se tratar do tema.

Erros

Para Saadeh, é essencial que pediatras não cometam erros do passado, como culpar os pais ou dizer que a criança tem de ser condizente com o sexo que nasceu.Muitos casos vão evoluir para homossexualidade, não necessariamente para a transexualidade.

As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

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