Homossexualismo não é doença. Ponto.
Quando uma mãe perde um filho e precisa de ajuda psicológica, ela também não está doente. Está apenas enfrentando um momento difícil. E mesmo assim, ela pode recorrer a um psicólogo para ajudar atravessar aquele período. São várias as situações em que uma pessoa pode precisar de ajuda psicológica, sem necessáriamente estar doente.
Sendo assim, não há qualquer problema em um homossexual procurar um psicólogo para conseguir alguma orientação, quando achar necessário. Tal atitude está longe de afirmar que homossexualismo é doença.
Durante estes dias, tentei debater o assunto com alguns homossexuais, e confesso que é uma tarefa impossível. Eles agem como ditadores homossexuais e começam a ofender, xingar e nos acusam de homofóbico. Muito deste comportamento nazista de se evitar os argumentos e partir para o ataque, é incentivado por artistas, pessoas influente e pela própria imprensa, mas sobretudo por um sujeito desprezível chamado Jean Wyllys.
Na tentativa de impedir que uma pessoa procure ajuda psicológica, tudo é válido. Surgiram as hashtags #homofobiasimédoença, #trateoseupreconceito, e tantas outras. O que mais vi foi a acusação descabida de que, quem pensa como eu, é homofóbico.
Eu estou apenas defendendo o direito de qualquer brasileiro ter acesso a um psicólogo quando achar necessário. Nada mais do que isso. Não há nada homofóbico no meu pensamento. Não há qualquer prejuízo para os gays, o que eu penso.
Foi então que eu decidi procurar uma explicação e a que eu encontrei é bastante preocupante: A síndrome do Jean Wyllys. Trata-se de um comportamento completamente desonesto que consiste em potencializar um fato para justificar uma causa. Se Jean Wyllys perde os argumentos (e isso é bastante frequente), ele passa a acusar seu oponente de homofóbico, fascista, racista, misógino e por ai vai. Segundo Jean Wyllys, ele foi eleito porque é gay, mas dentro do congresso as pessoas não gostam dele porque ele é gay. Seja lá o que aconteça na vida deste sujeito, é porque ele é gay.
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| Jean Wyllys vestido como Che Guevara que executou homossexuais em Cuba, durante o regime de Fidel Castro |
A síndrome de Jean Wyllys é sim uma doença. Esta sim precisa ser tratada com seriedade e cuidado. Vou dar alguns exemplos do que pude sentir ontem dos homossexuais seguidores de Jean Wyllys.
1. A decisão do juiz é homofóbica porque vai incentivar a violência contra gays e haverá mais mortes.
Eu confesso que não vejo nenhuma relação desta decisão judicial com homofobia, e principalmente com a morte de gays. Não é possivel afirmar que uma decisão que garanta os direitos de algumas pessoas ao acesso a um psicólogo, possa gerar violência. Se alguém pensa assim, precisa de ajuda psicológica urgente.
2. Atualmente o Brasil é o país onde mais se mata homossexual no mundo, e isso vai aumentar por causa da decisão.
Este é um argumento sujo usado pela imprensa e também pelos afetados com a Síndrome Jean Wyllys. O Brasil é um país onde MAIS SE MATA NO MUNDO atualmente. Dos 70 mil assassinatos por ano, 98% das vítimas são HETEROSSEXUAIS. Se o número de homossexuais mortos é grande em relação ao resto do mundo, é porque TODOS estamos morrendo mais que o resto do mundo. Por isso devemos combater o homicídio e não a homofobia. Quando falam em combater a homofobia, tenho a sensação que a morte de heteros, não é um problema dos gays, mas as mortes deles, deve ser um problema dos heteros.
3. Se passarmos a tratar o homossexualismo como doença, haverá muito preconceito e homossexuais serão agredidos e mortos.
Este é o maior absurdo que eu ouvi, e isto me remete aos anos 80. Quem não se lembra do aparecimento da AIDS? A imprensa passou a chamar a doença de "A praga gay" pois a maioria das vítimas eram homossexuais. Fosse em outro século, os homossexuais teriam sido abatidos, ou seriam enviados para locais isolados, assim como fizeram com os leprosos. E no entanto, o que a sociedade fez foi abraçar os homossexuais, porque evidentemente a imprensa estava errada. Esta mesma sociedade que abraçou os homossexuais quando eles precisaram, está sendo acusada de ser homofobica, por acreditar que todos possam ter o direito a uma visita a um psicólogo, se assim desajarem.
Estas são algumas das asneiras que recebi pelo Twitter. A síndrome de Jean Wyllys precisa ser combatida com muito empenho. É o nazismo gay a todo vapor. Como todo bom esquerdista, Jean Wyllys tem como objetivo criar atritos entre homos e heteros para tirar proveito disso. Não há qualquer tentativa de pacificar os ânimos ou de tentar entender a sentença. A ordem é partir para o ataque e acusar qualquer um que tenha uma opinião como a minha, de ser homofóbico. Acusar o juiz da sentença de homofobia e repetir 500 mil vezes que há uma guerra perigosa contra os homossexuais, comandada por agentes de direita e as igrejas cristãs. Depois repetir mais 500 mil vezes que estamos "dizimando" gays, que estamos torturando gays, que estamos escravizando gays, e bla bla bla. Exatamente como fazia o nazismo! Repetir, repetir, repetir e repetir.
Criado este mal estar, Jean Wyllys surge de sua caixinha de música cor-de-rosa como o paladino defensor dos gays (de uma guerra que não existe), atraindo novos seguidores que passam a acreditar que serão salvos de uma tremenda catástrofe, fornecendo em troca votos e consequentemente muito dinheiro. Nunca o mundo foi tão favorável aos gays como agora. É preciso parar com esta paranóia de achar que qualquer opinião é homofobia.
A minha conclusão é que há um medo enlouquecedor de que algum homossexual procure ajuda e descubra que estava enganado sobre sua orientação sexual, o que estaria longe de ser uma cura, mas sim, um reconhecimento de sua própria identidade, sem que isso causasse qualquer prejuízo ao movimento LGBT.
Quando alguém quer decidir o que você pode ou não fazer, recebe o nome de ditadura. E é isso que o movimento está propondo as seus seguidores.
Quando alguém quer decidir o que você pode ou não fazer, recebe o nome de ditadura. E é isso que o movimento está propondo as seus seguidores.


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